Prefeitura cobra Viapar sobre água empoçada no viaduto da Avenida Colombo em Sarandi.
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Prefeitura cobra Viapar sobre poça d’água em viaduto

A Prefeitura de Sarandi cobrou a Viapar (Rodovias Integradas do Paraná) sobre a poça d’água que diariamente se forma na esquina das avenidas Antônio Volpato e Londrina, onde a Avenida Colombo (BR-376) foi rebaixada.

 

As reclamações são constantes, visto que a obra de rebaixamento custou mais de R$ 42 milhões. Outro alagamento, na Avenida Ademar Bornia, também foi cobrado.

Em 3 de janeiro deste ano, a prefeitura enviou ofício ao diretor de Engenharia e Operações da Viapar, Jackson Seleme, noticiando-o sobre o “grande alagamento”. O ofício foi recebido no dia 8 seguinte.

No mesmo mês, mas no dia 30, um ofício também foi enviado ao DER (Departamento de Estradas de Rodogem) apontando os mesmos problemas.

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Viapar

Em 19 de janeiro, Viapar se esquivou do “problema de alagamento” na Ademar Bornia. A empresa disse que o acúmulo de água está após o cruzamento com a Avenida Dom Pedro 1, e que as obras de rebaixamento estaão antes do referido cruzamento:

“Vale ressaltar que este era um problema já existente antes das obras”,

diz ofício da Viapar.

“O ponto de alagamento próximo da Avenida Londrina será corregido durante as obras de instalação das passarelas nesse local”.

O documento assinado por Camilo Carvalho, diretor presidente, e Jackson Selem, diretor de Engenharia e Operações, ambos da Viapar.

Ofício da Viapar sobre o alagamento no viaduto da Avenida Colombo em Sarandi
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Passarelas

Desde o último domingo (18), a Viapar iniciou a instalação de passarelas sob o rebaixamento da Avenida Colombo. Não há prazo para a liberação das passagens. Os alagamentos continuam.