"Mau cheiro, barulho e fumaça": Maringá quer Palmali em Iguatemi

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“Mau cheiro, barulho e fumaça”: Maringá quer Palmali em Iguatemi

A Prefeitura de Maringá disponibilizou, em Iguatemi, um terreno para a Palmali se instalar. A empresa, situada atualmente na Avenida Itororó, região nobre da cidade, tem incomodado moradores locais.

As reclamações são por “desconforto com mau cheiro, barulho, fumaça e infestação de insetos”, conforme divulgado pela própria prefeitura. A empresa tem prazo de 180 dias para atender ao TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que determina a mudança.

Leia, abaixo, release da prefeitura sobre o caso:

O vice-prefeito Edson Scabora, e os secretários Danielli Sevulski (Planejamento), Francisco Favoto (Inovação e Desenvolvimento Econômico), e Ederlei Alkamim (Meio Ambiente) estiveram reunidos nesta sexta, 20, com representantes da Palmali Indústria de Alimentos e moradores do entorno da empresa e definiram a prorrogação de 180 dias do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que estabelece a mudança da indústria para outro local.

Representantes da Palmali informaram que procuraram vários terrenos sem sucesso e que o terreno de cerca de 48 mil metros quadrados, disponibilizado pela Prefeitura em Iguatemi, atende a empresa e que já protocolou pedido da licença prévia ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Moradores reclamam do desconforto com mau cheiro, barulho, fumaça e a infestação de insetos provocados pelas atividades da unidade da Palmali instalada no Jardim Novo Horizonte. Na prorrogação do TAC foi definido que a empresa apresentará até o dia 26 de novembro cronograma contendo prazos para a transferência de local após a emissão favorável da licença prévia do IAP (caso o licenciamento seja indeferido será necessário ajuste do cronograma), e cronograma para minimização dos impactos causados à vizinhança da indústria.

O secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico, Francisco Favoto, ressaltou que a administração está sensível ao problema e que realiza um trabalho em várias frentes. “Estamos compromissados em solucionar o caso e vamos cobrar das autoridades competentes a análise mais célere dos processos das licenças”. De acordo com a resolução 65/2008 do Conselho Estadual do Meio Ambiente (CEMA), o processo da licença prévia pode levar até seis meses para ser deferido ou não.

*Crédito: no destaque, foto da Construtora Graúna durante prolongamento da Avenida Itororó, em 2015.

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