EDITORIAL: as preocupações que orientam a gestão Volpato

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EDITORIAL: as preocupações que orientam a gestão Volpato

Não há quem ponha nas cabeças que formam a gestão Walter Volpato (PSDB) que o negócio vai mal. Não há quem oriente o prefeito para que direcione suas preocupações para aquilo o que é realmente importante.

Dos debochados recapes feitos com massa quente no início de governo, erro crasso de quem arriscou uma compra malfeita e, literalmente, torrou dinheiro público nas ruas que o menor dos sóis fez derreter, ao recente e infantil processo contra um artista que decidiu se expressar por meio do RAP.

As preocupações de Volpato, é o que se percebe até agora, estão longe daquelas proferidas nos emocionados discursos de campanha. O prefeito ainda tem grande dificuldade em formar uma equipe eficiente, e o resultado é refletido nas deficiências visíveis em todos os setores.

Acontece que a equipe Volpato é formada por gente próxima dele, inclusive o próprio filho e, é o que falam aos quatro cantos da cidade, a mulher, que vive a dar pitacos na gestão do marido, ainda que nada saiba sobre administração pública; os dois, ou os três.

É uma gestão preocupada em comportar indicações, em ganhar apoio a troca de cargos comissionados, em barrar investigação na câmara. Em tempo, é uma gestão que tem abraçado, inclusive, gente que trabalhou para o ex-prefeito Carlos De Paula, de quem tanto falou mal assim que assumiu o governo.

Por falar em governo, este não demorou a rachar. O vice-prefeito há tempos não põe o pé no prédio da Rua José Emiliano de Gusmão. Inclusive, só trabalha quando há demanda, segundo informação da própria assessoria de imprensa do município.

E quem sai, também sai desgostoso. Baradel, sargento aposentado da Polícia Militar e ex-secretário de Trânsito, foi exonerado por “pressões externas” sob Volpato. Vive postando críticas no Facebook. Ainda não aceitou a saída. E tem a Josemara Beloso, a ex-secretária de Assistência social demitida por ser “muito decente”.

As preocupações de Volpato também pouco tem a ver com o funcionalismo público. Destes, o prefeito tirou até o desejo de ter, ainda neste ano, a cesta básica trocada pelo vale-alimentação. A troca ficou pra 2018. “Um calote”, segundo sindicalistas.

E tem o povo, o principal interessado. Mas, é impossível falar por este. O ideal é que o leitor converse com os vizinhos, familiares, com as pessoas da rua. Cada qual que tire sua conclusão, ok? Cada qual que pense e pergunte a si mesmo: quais as preocupações da gestão Volpato?

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