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Apesar da lei, donos do aterro de Sarandi tentarão tratar lixo de Maringá

A Estre, gerenciadora do aterro sanitário de Sarandi, entrou na licitação para tratar o lixo produzido em Maringá. A empresa, no entanto, apresentou documentos para habilitação técnica em nome da Cavo, outra marca do grupo.

Os envelopes com as documentações para habilitação foram abertos nesta terça-feira (20). A prefeitura de Maringá estipulou teto de R$ 10,2 milhões para os serviços de aterro sanitário no período de um ano.

Além da Cavo, a Controeste, de São Paulo, e a Pedreira Ingá, de Maringá, participaram do processo. Em Sarandi, o aterro sanitário é tocado pela Ambisul, empresa subsidiária da Estre.

Uma alteração na lei ambiental deve impedir que o lixo produzido em Maringá seja tratado no aterro de Sarandi. A proposta se deu em meio à contradições (entenda).

Licitação

Após a análise da comissão e habilitação das empresas, o processo segue para a abertura dos envelopes da proposta de preços que define a vencedora da licitação. Nessas fases as empresas podem recorrer.

O aterro deverá ter uma condição de vida útil, capacidade licenciada e instalada superior a 4.750 toneladas mensais por lote e período de no mínimo cinco anos. A administração terá acesso a relatório diário de pesagens, de forma online, por sistema de videomonitoramento em tempo real das pesagens dos caminhões.

Entre outros requisitos, está a necessidade de impermeabilização com materiais naturais e revestimento sintético, sistema de drenagem de chorume e gás, compactação e cobertura diária dos resíduos depositados, sistema de drenagem de águas superficiais e de monitoramento das águas subterrâneas.

A prestação de serviço da empresa contratada terá início no dia 1º de agosto, data em que a administração retomará o serviço de coleta com a estimativa de economia para os cofres municipais de R$ 20 milhões anuais.

Para retomar a coleta de lixo a Secretaria de Serviços Públicos calcula que até julho os 15 caminhões adquiridos em Santa Catarina por meio de licitação estejam em Maringá e os cinco caminhões próprios reformados. 180 servidores realizarão a coleta.

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