CRM-PR avalia interdição ética da UPA por "incapacidade" de atendimento, amanhã (14) | SarandiPR.com

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CRM-PR avalia interdição ética da UPA por “incapacidade” de atendimento, amanhã (14)

Gestores do CRM-PR (Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná) discutirão, já nesta terça-feira (14), possível interdição ética da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Gustavo Farias, em Sarandi. O Conselho aponta “incapacidade” no atendimento à população.

Na sexta-feira (10), o SarandiPR.com publicou com exclusividade que o CRM-PR enviou notificação à secretária da pasta, Sandra Jacovós, para que “os problemas” da UPA sejam solucionados.

No ofício nº 010/2017, que é de 1º de fevereiro, e assinado pelo conselheiro Carlos Roberto Goytacaz Rocha, gestor do Departamento de Fiscalização, o Conselho dá prazo de 30 dias “para a resolução dos problemas da UPA Gustavo Farias, sob pena de ocorrer interdição ética da mesma” (leia mais).

“O prazo dado de 30 dias, cumpridas as formalidades legais, expira nesta terça-feira, 14, quando a Diretoria deste CRM-PR se reunirá com os gestores do Departamento de Fiscalização do Exercício Profissional para deliberar sobre a possibilidade de interdição ética imediata da única unidade 24 horas de pronto atendimento gerenciada pelo município, pela incapacidade de oferecer assistência segura e de qualidade à população”, informou a assessoria de imprensa do CRM-PR, por nota.

“Até o momento, o Conselho não foi informado de qualquer iniciativa para minorar a falta de condições para o exercício da boa prática médica na unidade, com o que não haverá nova fiscalização. Ações para evitar o desabastecimento assistencial serão de responsabilidade da administração municipal”, adiantou o Conselho.

A interdição ética não fecha a UPA, mas impede o médico de trabalhar na unidade. “Sem a UPA, os pacientes terão de ser direcionados ao Hospital Metropolitano e as internações, inclusive em municípios vizinhos, serão reguladas pela Central de Leitos”, ressaltou o CRM-PR.

Outro lado

Apesar das queixas, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Sarandi informou, nesta segunda-feira (13), que a UPA “está com as medicações em dia”. Na semana passada, a prefeitura informou que está pagando as horas extras “normalmente”.

“Os funcionários que fizeram a manifestação não procuraram a Secretaria de Saúde e nem a Prefeitura para falar sobre as reivindicações”, disse, em nota, a assessoria da prefeitura.

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