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Após mês violento, líderes da segurança pública se mobilizam em Sarandi

O mês de fevereiro em Sarandi foi marcado por seis homicídios, em 2017. Desde o início do ano, oito mortes por arma de fogo foram registradas. Forças policiais se reuniram, nesta quarta-feira (1), para discutir ações contra o crime.

A média de quatro crimes por mês deste ano quase dobra a registrada em 2016. Em todo o ano passado, foram 25 homicídios, média mensal de dois crimes. Do total, a Polícia Civil de Sarandi esclareceu 12 casos, média de 64% (leia mais).

Até o momento, o perfil das vítimas de homicídios cometidos por arma de fogo é semelhante: homens moradores da periferia de Sarandi. Nenhuma das vítimas tem idade superior a 35 anos.

O último domingo de fevereiro foi o mais violento. Wesley Fernando de Oliveira, o “Jacaré”, 27 anos, foi morto a tiros na Rua Camapuã, no Jardim Esperança, na noite do dia 26. Momentos antes, a vítima foi Jhonatan Rodrigo Sossai Silva, conhecido por “Kiki”, 20 anos, assassinado na Avenida Rio de Janeiro, no Jardim Independência.

Ainda em fevereiro, foram mortos Paulo Henrique de Oliveira Ramos, 21 anos, no dia 18, Thiago Pereira Jaques, 22 anos, dia 12, Clayton de Almeida Souza, 34 anos, e Alexandre Yves da Silva Boa Sorte, o “Bob”, de 22 anos, no dia 3. Nenhum crime foi esclarecido.

Janeiro

No final de janeiro, Émerson Garcia Ferreira, o “Carpé”, 33 anos, foi morto, no dia 29, na Avenida Universal, no Jardim Universal. No dia 8, a vítima foi Cleberson Ferreira da Rosa Antonietti, 21 anos, morto na Rua Governador Caetano Munhoz da Rocha, Conjunto José Richa.

Segurança

Diante deste cenário, o prefeito Walter Volpato (PSDB), o delegado de Sarandi, Adão Vagner Loureiro Rodrigues, e o capitão da PM (Polícia Militar), Gilson Dias, se reuniram na tarde desta quarta. O foco das forças policiais, é o combate ao tráfico de drogas.

Segundo o delegado Adão Wagner, nove em cada 10 homicídios registrados em Sarandi são motivados pelo tráfico de drogas. Dos cerca de 1,2 mil processos em andamento na delegacia, 90% está relacionado ao tráfico.

Precisamos que a população denuncie através do 181 os pontos de venda de drogas. É um serviço importante, sigiloso e que vai ajudar e muito a polícia – ressaltou Adão Wagner.

Além da ajuda da população, por meio de denúncias e mais operações Aifo, foi sugerida a realização de campanhas na mídia sobre segurança.

*Com informações da Ascom Sarandi.

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